Publication: La enfernera obstetra y la política de humanización del parto: en busca del cambio en el modelo asistencial.
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Date
2006
Authors
Rangel da Silva, L. ; De Souza Serrano, N. ; Moreira Christoffel, M.
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Publisher
Murcia : Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia
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DOI
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info:eu-repo/semantics/article
Description
Abstract
Estudio de naturaleza cualitativa cuyos objetivos son: identificar las características de la
asistencia dada por Enfermeras Obstetras al trabajo de parto y parto normal en un Hospital-
Maternidad que prima por la humanización del parto y asociar los resultados observados con
la propuesta de humanización del parto y la asistencia prestada por las Enfermeras
Obstetras a los cambios en el modelo asistencial. El público albo constó de seis Enfermeras
Obstetras que actúan en la asistencia al parto en un Hospital-Maternidad de la ciudad de Río
de Janeiro. Los instrumentos usados fueron: entrevista y cuestionario semi-estructurados.
Del análisis de los datos surgieron dos categorías temáticas: el intento de humanizar las
intervenciones en la asistencia al parto y el significado de la humanización del parto para las
enfermeras obstetras. Nosotros concluimos que el cambio todavía es lento. Las ponentes
sienten la necesidad de cambio y reconocen la importancia de la presencia del acompañante
en el pre parto y en la sala de parto. La resistencia impuesta por la clase médica es
seguramente el mayor impedimento para la actuación de la enfermera en la asistencia en el
parto. Tal conflicto no impide cuidar a la mujer en el trabajo del parto, poniendo en práctica
estrategias propias, prestando un cuidado diferenciado y ganando su espacio en el área
obstétrica.
Estudo de natureza qualitativa, cujos objetivos foram: identificar a assistência prestada pelas enfermeiras obstétricas no trabalho de parto e o parto numa maternidade que prima pela política de humanização do parto e associar os resultados observados com a proposta de humanização do parto. A população foi constituída de seis enfermeiras obstétricas que atuam na assistência ao parto em uma maternidade municipal do Rio de Janeiro. Os instrumentos utilizados foram a entrevista semi-estruturada e um questionário tipo check-list. Após a análise dos dados foram construídas duas categorias temáticas: A tentativa de humanizar - As intervenções na assistência ao parto e O significado da humanização do parto na concepção das enfermeiras obstétricas. Concluímos que a mudança para o modelo humanístico ainda é lenta. As depoentes sentiram a necessidade de mudança e reconhecem a importância da presença do acompanhante no pré-parto e sala de parto. A resistência imposta pela classe médica é seguramente, o maior impedimento para a atuação da enfermeira na assistência ao parto. Este conflito, no entanto, não as impede de cuidar da mulher no trabalho de parto, colocando em prática estratégias próprias, prestando um cuidado diferenciado e ganhando seu espaço na área obstétrica.
Estudo de natureza qualitativa, cujos objetivos foram: identificar a assistência prestada pelas enfermeiras obstétricas no trabalho de parto e o parto numa maternidade que prima pela política de humanização do parto e associar os resultados observados com a proposta de humanização do parto. A população foi constituída de seis enfermeiras obstétricas que atuam na assistência ao parto em uma maternidade municipal do Rio de Janeiro. Os instrumentos utilizados foram a entrevista semi-estruturada e um questionário tipo check-list. Após a análise dos dados foram construídas duas categorias temáticas: A tentativa de humanizar - As intervenções na assistência ao parto e O significado da humanização do parto na concepção das enfermeiras obstétricas. Concluímos que a mudança para o modelo humanístico ainda é lenta. As depoentes sentiram a necessidade de mudança e reconhecem a importância da presença do acompanhante no pré-parto e sala de parto. A resistência imposta pela classe médica é seguramente, o maior impedimento para a atuação da enfermeira na assistência ao parto. Este conflito, no entanto, não as impede de cuidar da mulher no trabalho de parto, colocando em prática estratégias próprias, prestando um cuidado diferenciado e ganhando seu espaço na área obstétrica.
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