Simulación clínica en la formación en Medicina Intensiva: evidencia, modelos europeos y oportunidades para Portugal.
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Date
2025-11-03
Authors
Castelo-Branco, Miguel
Miguel Abreu, Jaime
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones
Abstract
Clinical simulation has become established as a fundamental pedagogical tool in medicaltraining, with solid evidence of its impact on knowledge, technical skills, and clinicalbehaviors, as well as on patient outcomes. This article reviews the literature on simulationin Intensive Care Medicine, highlighting effective strategies such as deliberate practice,repeated training, structured debriefing, and in situ simulation. The situation in Portugalis analyzed, where the Intensive Care Medicine residency program lacks formalintegration of simulation, in contrast to the Spanish model led by SEMICYUC and theEuropean CoBaTrICE program, which is competency-based and assessed through theOSCE. National examples (Anesthesiology), a mapping of simulation centers, and a SWOTanalysis identifying strengths, weaknesses, opportunities, and threats for itsimplementation are also presented. Finally, the role of Entrustable Professional Activities(EPAs) as a tool for objective and progressive evaluation is discussed. The structuredintegration of simulation into Portuguese training represents a strategic opportunity toimprove educational quality, reduce inequalities, and strengthen the safety of critically illpatients.
A simulação clínica consolidou-se como uma ferramenta pedagógica fundamental naformação médica, com evidências sólidas do seu impacto no conhecimento, nascompetências técnicas e nos comportamentos clínicos, bem como nos resultados para osdoentes. Este artigo faz uma revisão da literatura sobre simulação em Medicina Intensiva,destacando estratégias eficazes como a prática deliberada, o treino repetido, o debriefingestruturado e a simulação in situ. Analisa-se a situação em Portugal, onde o programa deresidência em Medicina Intensiva carece de integração formal da simulação, em contrastecom o modelo espanhol liderado pelo SEMICYUC e o programa europeu CoBaTrICE, queé baseado em competências e avaliado através do OSCE (Exame Clínico ObjectivoEstruturado). São ainda apresentados exemplos nacionais (Anestesiologia), ummapeamento de centros de simulação e uma análise SWOT que identifica pontos fortes,pontos fracos, oportunidades e ameaças para a sua implementação. Por fim, aborda-se opapel das Atividades Profissionais Confiáveis (APC) como ferramenta de avaliaçãoobjetiva e progressiva. A integração estruturada da simulação na formação portuguesarepresenta uma oportunidade estratégica para melhorar a qualidade do ensino, reduzir asdesigualdades e reforçar a segurança dos doentes críticos.
La simulación clínica se ha consolidado como una herramienta pedagógica fundamentalen la formación médica, con evidencia sólida de su impacto en conocimientos,competencias técnicas y comportamientos clínicos, así como en resultados asistenciales.Este artículo revisa la literatura sobre simulación en Medicina Intensiva, destacandoestrategias efectivas como la práctica deliberada, el entrenamiento repetido, el debriefingestructurado y la simulación in situ. Se analiza la situación en Portugal, donde laresidencia en Medicina Intensiva carece de integración formal de la simulación, encontraste con el modelo español liderado por SEMICYUC y el programa europeoCoBaTrICE, basado en competencias y evaluación mediante OSCE. Asimismo, sepresentan ejemplos nacionales (Anestesiología), el mapeo de centros de simulación y unanálisis SWOT que identifica fortalezas, debilidades, oportunidades y amenazas para suimplementación. Finalmente, se discute el papel de las Entrustable Professional Activities(EPAs) como herramienta para evaluación objetiva y progresiva. La integraciónestructurada de la simulación en la formación portuguesa representa una oportunidadestratégica para mejorar la calidad educativa, reducir desigualdades y reforzar laseguridad del paciente crítico.
A simulação clínica consolidou-se como uma ferramenta pedagógica fundamental naformação médica, com evidências sólidas do seu impacto no conhecimento, nascompetências técnicas e nos comportamentos clínicos, bem como nos resultados para osdoentes. Este artigo faz uma revisão da literatura sobre simulação em Medicina Intensiva,destacando estratégias eficazes como a prática deliberada, o treino repetido, o debriefingestruturado e a simulação in situ. Analisa-se a situação em Portugal, onde o programa deresidência em Medicina Intensiva carece de integração formal da simulação, em contrastecom o modelo espanhol liderado pelo SEMICYUC e o programa europeu CoBaTrICE, queé baseado em competências e avaliado através do OSCE (Exame Clínico ObjectivoEstruturado). São ainda apresentados exemplos nacionais (Anestesiologia), ummapeamento de centros de simulação e uma análise SWOT que identifica pontos fortes,pontos fracos, oportunidades e ameaças para a sua implementação. Por fim, aborda-se opapel das Atividades Profissionais Confiáveis (APC) como ferramenta de avaliaçãoobjetiva e progressiva. A integração estruturada da simulação na formação portuguesarepresenta uma oportunidade estratégica para melhorar a qualidade do ensino, reduzir asdesigualdades e reforçar a segurança dos doentes críticos.
La simulación clínica se ha consolidado como una herramienta pedagógica fundamentalen la formación médica, con evidencia sólida de su impacto en conocimientos,competencias técnicas y comportamientos clínicos, así como en resultados asistenciales.Este artículo revisa la literatura sobre simulación en Medicina Intensiva, destacandoestrategias efectivas como la práctica deliberada, el entrenamiento repetido, el debriefingestructurado y la simulación in situ. Se analiza la situación en Portugal, donde laresidencia en Medicina Intensiva carece de integración formal de la simulación, encontraste con el modelo español liderado por SEMICYUC y el programa europeoCoBaTrICE, basado en competencias y evaluación mediante OSCE. Asimismo, sepresentan ejemplos nacionales (Anestesiología), el mapeo de centros de simulación y unanálisis SWOT que identifica fortalezas, debilidades, oportunidades y amenazas para suimplementación. Finalmente, se discute el papel de las Entrustable Professional Activities(EPAs) como herramienta para evaluación objetiva y progresiva. La integraciónestructurada de la simulación en la formación portuguesa representa una oportunidadestratégica para mejorar la calidad educativa, reducir desigualdades y reforzar laseguridad del paciente crítico.
Description
Keywords
Medicina Intensiva , Formación Médica , Competencias Técnicas y noTécnicas , Entrustable Professional Activities , Seguridad del Paciente , Educación Médica , Clinical Simulation , Intensive Care Medicine , Medical Training , Technical and Non-Technical Competencies , Patient Safety , Medical Education , Simulação Clínica , Medicina Intensiva , Formação Médica , Competências Técnicas e Não Técnicas , Actividades Profissionais Fiáveis , Segurança do Doente , Educação Médica , Simulación Clínica
Citation
Abreu, J. M., & Castelo-Branco, M. (2025). Simulación clínica en la formación en Medicina Intensiva: evidencia, modelos europeos y oportunidades para Portugal. Revista Española De Educación Médica, 6(6).
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