Publication: Cada día un nuevo día: un desafio en la búsquedad de la adaptación del recién nacido portador de malformación y su familia.
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Date
2008
Authors
Minuzzi, A.P. ; Ghedin Dias, A. ; De Oliveira, M.E. ; Rocha, J.
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Publisher
Murcia : Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia
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DOI
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info:eu-repo/semantics/article
Description
Abstract
Este artículo es un recorte de la práctica asistencial para el trabajo de conclusión del curso
de graduación en enfermería de la Universidad Federal de Santa Catarina. La práctica
asistencial fue realizada en la Unidad de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) del Hospital
Infantil Joana de Gusmão (HIJG) y en el nido, teniendo como objetivo comprender el
proceso de adaptación vivenciado por los recién nacidos y sus familiares, fundamentado en
la teoría de adaptación de Sister Calista Roy. La práctica asistencial fue desarrollada en el
periodo de 30 de agosto a 30 de octubre de 2004. Este estudio permitió la identificación de
las malformaciones congénitas más comunes en las dos unidades en el período de la
práctica asistencial, así como posibilitó acompañar la adaptación de la familia ante la
situación en que se encontraban, muchas veces, vivenciando sentimientos de rabia,
negación, negociación, depresión, aislamiento, culpa y aceptación. Comprender estas
situaciones y elegir alternativas para minimizarlas es un cuidado importante que debe ser
seguido por todo el equipo de salud, de forma que haga una prestación diferenciada y
humanizada.
Este artigo é um recorte da prática assistencial realizada para o trabalho de conclusão do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina. A prática assistencial foi realizada na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do HIJG e no berçário, tendo como objetivo compreender o processo de adaptação vivenciado pelos recém-nascidos e seus familiares, fundamentado na teoria de adaptação de Sister Callista Roy. A prática assistencial foi desenvolvida no período de 30 de agosto a 30 de outubro de 2004. Este estudo permitiu a identificação das malformações congênitas mais comuns nas duas unidades no período da prática assistencial, bem como possibilitou acompanhar a adaptação da família diante da situação em que se encontrava, muitas vezes vivenciando sentimentos de raiva, negação, negociação, depressão, afastamento, culpa e aceitação. Compreender estas situações e buscar alternativas para minimizá-las é um cuidado importante que deve ser tomado por toda a equipe de saúde, buscando desta forma, um atendimento diferenciado e humanizado.
Este artigo é um recorte da prática assistencial realizada para o trabalho de conclusão do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina. A prática assistencial foi realizada na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do HIJG e no berçário, tendo como objetivo compreender o processo de adaptação vivenciado pelos recém-nascidos e seus familiares, fundamentado na teoria de adaptação de Sister Callista Roy. A prática assistencial foi desenvolvida no período de 30 de agosto a 30 de outubro de 2004. Este estudo permitiu a identificação das malformações congênitas mais comuns nas duas unidades no período da prática assistencial, bem como possibilitou acompanhar a adaptação da família diante da situação em que se encontrava, muitas vezes vivenciando sentimentos de raiva, negação, negociação, depressão, afastamento, culpa e aceitação. Compreender estas situações e buscar alternativas para minimizá-las é um cuidado importante que deve ser tomado por toda a equipe de saúde, buscando desta forma, um atendimento diferenciado e humanizado.
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