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Title: Calidad de vida y morbilidad referida a mujeres productivamente activas
Other Titles: Qualidade de vida e morbidade referida de mulheres produtivamente ativas
Quality of life and self-reported morbidity of productively active women
Issue Date: 2017
Publisher: Universidad de Murcia
Citation: Enfermería global, Vol. 16, nº 2 (2017)
ISSN: 1695-6141
Related subjects: CDU::6 - Ciencias aplicadas::61 - Medicina::614 - Higiene y salud pública. Contaminación. Prevención de accidentes. Enfermería
Keywords: Calidad de vida
Mujeres
Qualidade de vida
Quality of life
Women
Abstract: Introducción: Morbilidad referida, hábitos de vida y calidad de vida es una tríada que parece estar alineada y ha sido poco explorada en el contexto de vida de las mujeres. Este estudio tuvo como objetivo verificar el índice de calidad de vida de mujeres productivamente activas y asociarlo con la morbilidad referida y hábitos de vida. Método: Estudio descriptivo, analítico, transversal. La muestra se constituyó de 121 mujeres que trabajan en una institución de salud de la ciudad de São Paulo, Brasil. Para medir la calidad de vida se utilizó el instrumento de la Organización Mundial de la Salud, WHOQOL-BREF. . Resultados: La calidad de vida general de las mujeres por la media total de los marcadores (63,7) puede ser considerada buena. El dominio con peor media fue el ambiental (54,6). Hubo diferencia estadísticamente significativa en la comparación entre las mujeres que refirieron o no problemas de salud (p=0,035) y entre las mujeres que sienten o no dolor en el dominio físico (p=0,001) y en el general (p=0,003). No hubo asociación entre la calidad de vida y los hábitos de salud. Conclusión: Los hábitos de salud no interfirieron en la calidad de vida en esta muestra y que las morbilidades referidas y el dolor interfirieron negativamente en la calidad de vida de esas mujeres.
RESUMO Introdução: Morbidade referida, hábitos de vida e qualidade de vida é uma tríade que parece estar alinhada e tem sido pouca explorada no contexto de vida das mulheres. Este estudo teve como objetivo verificar o índice de qualidade de vida de mulheres produtivamenteativas e associá-lo com a morbidade referida e hábitos de vida. Método: Estudo analítico, transversal, quantitativo. A amostra foi constituída por 121 mulheres que trabalham em uma instituição de saúde da cidade de São Paulo, Brasil. Para mensurar a qualidade de vida foi utilizado o instrumento da Organização Mundial de Saúde, WHOQOL-BREF. Resultados: A qualidade de vida geral das mulheres pela média total dos escores (63,7) pode ser considerada boa. O domínio com pior média foi o ambiental (54,6). Houve diferença estatisticamente significativa na comparação entre as mulheres que referiram ou não problema de saúde (p=0,035) e, entre as mulheres que sentem ou não dor no domínio físico (p=0,001) e no geral (p=0,003). Não houve associação entre a qualidade de vida e os hábitos de saúde. Conclusão: Os hábitos de saúde não interferiram na qualidade de vida nesta amostra, as morbidades referidas e a dor interferiram negativamente na qualidade de vida dessas mulheres
ABSTRACT Introduction: Self-reported morbidity, lifestyle and quality of life is a triad that seems to be aligned and has been little explored in the context of women’s life. The study aimed to: check the quality of life index of productively active women’s and associate the quality of life index with self- reported morbidity and lifestyle. Methods: This was a cross-sectional analytical field study of a quantitative approach, with 121 women participating. WHOQOL- BREF was utilized to measure the quality of life. Results: The quality of life General Index was 63.7.The domain with the worst average was the environmental (54.6). There was a statistically significant difference (p=0.035) when comparing women who reported health problems and those who did not and among women who feel pain or not (p=0.001) in the physical domain and quality of life General Index (p=0,003). In the comparative analysis of the quality of life index and lifestyle there is no statistically significant difference in this sample. Conclusion: It was concluded that health problems and feel pain had negative influence in the quality of life index of these women
Primary author: Maria Rodrigues, Margarete
Quintella Fernandes, Rosa Áurea
URI: http://hdl.handle.net/10201/52672
Document type: info:eu-repo/semantics/article
Number of pages / Extensions: 12
Rights: info:eu-repo/semantics/openAccess
Appears in Collections:Vol.16, Nº 2 (2017)

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